Vejo as manchetes do dia com a impressão de um dejavú.
A maior festa popular brasileira se finda, na maioria do país, e notamos:
Os acidentes que ceifaram vidas, inundamentos e deslisamentos provocados pelas chuvas, alegrias de algumas escolas de samba por levantar o trofeu de campea, o alívio de outras por não terem decido de categoria, a euforia de outras que subiram para grupos especiais do ano seguinte e o choro de outras que mesmo com grande preparo terem caído.
Filas nos bancos e congestionamento nos sites de governos e empresas, pois agora é momento de saldar as dívidas criadas até então.
Plumas e paetês para a prateleira, fantasias guardadas nos armários e o povo agora a luta vai.
Para alguns: “o ano está começando”, para outros: “é tempo de continuar” e para os demais: “a festa acabou (…) e agora José?”
Saiamos as ruas, saldemos as dívidas, resolvamos as pendências...uma Semana Santa virá, outros feriados também. O Natal e o Ano Novo chegará. Nos próximos carnavais continuaremos jogando confetis, sorrindo para a televisão, chorando os mortos e vivendo muitas emoções.
Dejavú ou não?
essa é a parte ruim da história!
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